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PEDRAS PRECIOSAS

segunda-feira, abril 5th, 2010

PEDRAS PRECIOSAS

 Diamante

Origem do nome:

Era conhecido pelos gregos como “inconquistável ou indomável”.
 

É a mais dura substância produzida pela natureza. A cor predominante é o incolor, pode também ser encontrado em outras cores: amarelo, castanho, verde, azul, vermelho e negro.
 

O maior diamante foi encontrado na África do Sul em 1905, e tinha 3106 quilates, que deu origem a 105 pedras de menor tamanho. Dentre elas está o diamante Cullinan I com 530,20 quilates que adorna o cetro do Rei Eduardo VII, que está na Torre de Londres, também chamado de “Estrela da África”.
De todos os diamantes conhecidos, a pior fama é do Hope, o Diamante Azul, que a lenda o rebatizou como “A pedra que mata”. Segundo a lenda, ele se encontrava na frente de uma importante estátua de Budha quando foi roubado por um guerreiro, que pouco depois foi assassinado. Depois disso um comerciante vendeu a pedra para o rei Luis XIV. Pouco depois o comerciante empobreceu, contraiu uma doença e morreu em meio a terríveis convulsões. Quando a Madame de Monespan, obteve a honra de provar o diamante, foi abandonada e morreu sozinha na pobreza. Depois da Revolução Francesa, o diamante foi escondido em edifício Guarda-Móveis Nacional, de onde foi roubado em 1791. Seis anos depois, os ladrões foram condenados a pena de morte. Em 1830 o Hope foi comprado em um leilão por 90.000 libras esterlinas, por Francis Hope, membro do parlamento, que morreu logo depois, de mal súbito. Posteriormente, sua viúva morreu queimada na mansão. Seu herdeiro e sobrinho Thomas, pouco tempo depois de receber a pedra, foi a falência nos negócios e abandonado pela esposa. Thomas se desfez do diamante, que foi comprado pelo príncipe russo Iva Kitanovski, para presenteá-lo a uma bailarina. Na noite que o usou pela primeira vez foi assassinada com um tiro. Após uma série de tragédias, a pedra ficou com o sultão Abdul Mamid II, ao se ver forçado a abdicar a favor de seu irmão, levando o Hope entre seus pertences para o exílio. No inicio do século adquiriu-o a família Mac Lean, pouco depois, um de seus filhos se suicidou e outro morreu em acidente de automóvel. Mac Lean caiu em depressão, e morreu meses depois em uma clínica para doentes mentais. O diamante Hope se encontra atualmente no Smithsonian Institute de Washington, onde seu fluxo magnético não transpassa o grosso cristal da vitrina onde é exposto aos turistas.
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 Esmeralda

Origem do nome:

Os gregos  conheciam como “smaragdos”, mas provavelmente a origem do meu nome seja persa ou hindu, significando “pedra verde”
Pertence a família do Berilo, juntamente com  a Água-Marinha. O verde é tão incomparável sua cor passou a ser chamada de “verde esmeralda”. (Inclusive fora dos limites da mineralogia).
Acreditava-se que as esmeraldas servia para adivinhar eventos futuros, mas não sabemos se as visões eram realmente observadas na pedra, como são em esferas de cristal ou berilo, ou se uma esmeralda dotava o usuário de conhecimentos sobrenaturais sobre o futuro.
Como uma inimiga, de todos os encantamentos e conjurações, as esmeraldas eram temidas pelos mágicos, que não se consideravam aptos a atuar se uma pedra estivesse nas proximidades.
As esmeraldas eram empregadas como antídoto para venenos e feridas, assim como contra possessões demoníacas. Usadas ao redor do pescoço eram vistas como um fator de cura para a epilepsia.
No século III, a pedra preciosa era sugerida para a vista cansada. Esta teoria era tão prevalecente naquele tempo, que os gravadores de pedra conservavam esmeraldas em suas mesas de trabalho de modo a poder, de tempos em tempos, olhar para elas para aliviar a fadiga dos olhos.
A tradição medieval dizia que o Santo Graal fora esculpido a partir de uma única esmeralda grande, que caira da coroa de Satanás durante a sua descida do céu para o mundo inferior.
Dizia-se que a Esmeralda fazia mal aos olhos das cobras, chegando até a cegá-las.
Uma das peça mais fabulosas de Esmeralda, é um pequeno frasco de unção, de 12 cm de altura e 2.205 quilates, talhado de um único cristal de esmeralda, pertencente às jóias da Câmara do Tesouro de Viena.
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 Granada

Origem do nome:
Seu nome veio da palavra latina ‘granatum’ que significa romã, pois essa fruta representava o ventre materno. Pensava-se que as granadas só deviam ser usadas por mulheres devido à sua ligação com a força vital feminina.
 

É uma pedra de cor vermelho escuro.
 

Em Sri Lanka diz-se que as granadas protegem a quem as leva, de serem apunhaladas ou de sofrer um acidente em que haja derramamento de sangue.
Acreditava-se que as granadas não podiam ser roubadas, porque trariam ao ladrão uma catastrófica má sorte até serem devolvidas ao seu legítimo dono.
Dizia-se que seu portador teria melhorada a circulação do sangue e o coração.
Balas de granada foram utilizadas pelos soldados indianos, quando combatiam os britânicos em Cachemira, com a intenção de causar ferimentos que não curassem.
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 Heliotrópio

Origem do nome:

Os gregos me deram esse nome, significando “Trópico Solar”, cujo significado hoje em dia é imcompreensível.�
 É uma pedra verde escura com pontos vermelhos.
 

Dizia-se que era capaz de anunciar futuros eventos, produzindo chuvas e ‘oráculos auditivos’, dizia-se ainda que a pedra preservava as faculdades e a saúde do corpo do seu usuário, trazendo-lhe respeito e consideração, e protegendo-o contra fraudes.
Os antigos egipcios, além de buscarem o Heliotrópio para abrandar a cólera de reis e déspotas, usavam-na contra os tumores.
A tradição cristã dizia que a pedra fora salpicada pelo sangue de Jesus na crucificação.
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 Hematita

Origem do nome:

Seu nome significa “Pedra sangue”, de origem grega “HAIMA” que significava sangue, pois quando eu era cortada ou lapidada, o contato do óxido de ferro com a água, formava um fluido vermelho, que parecia sangue.

Posso ser prateada, marrom-avermelhada ou preta. Também sou conhecida como ESPECULARITA (do grego: espelho), pois na Antiquidade os meus cristais brilhantes foram utilizados como espelho.

Diz-se que Cleópatra possuia um capacete cerimonial totalmente coberto de Hematitas e que o usava com frequência na convicção de que ajudaria a manter-se eternamente jovem.
As múmias do Egito costumavam ser providas com travesseiros de Hematita.
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 Jade

Origem do nome:

Meu nome vem desde à época da conquista espanhola na América Central, e significa “piedra de ijada” (pedra do rim), porque me consideravam um meio de proteção e cura de enfermidades dos rins.
É uma pedra dura, compacta e esverdeada.
 

O Jade é a pedra sagrada da China, onde é conhecido como “yu”.
Os noivos chineses costumavam presentear as noivas com borboletas de Jade como símbolo de amor.
Os recém-casados costumavam beber juntos numa taça de Jade para confirmar os seus votos.
Afirmavam também que Jade em pó misturado com água e tomado antes da morte, preservava o corpo do morto da deterioração.
A apreciação dos chineses pelo Jade é tão grande, que aqueles que podem, carregam consigo, pequenas pedras de modo a tê-lo sempre à mão. Eles acreditam que quando manuseado, parte de sua virtude secreta era absorvida pelo organismo.
Para os chineses, o Jade é considerado essência concentrada de amor.
Os egípcios, mexicanos e chineses colocavam pequenas peças de Jade na boca dos mortos.
Da metade do século XVII até os dias de hoje, acredita-se que o Jade pode ajudar a expelir cálculos dos rins.
Nos tempos pré-históricos, o Jade era um material muito apreciado para a fabricação de armas e instrumentos em toda a Terra, devido à sua extraordinária resistência. Por isso ele também é chamado de “Pedra Flecha”.
Há 2000 anos o Jade é utilizado na China para o culto dos deuses, sendo trabalhado na forma de figuras míticas e outros símbolos.
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 Jaspe

Origem do nome:

Os gregos  chamavam assim pois significava “Pedra manchada”.
É pedra com diversos tons de cores.
 

Na antiguidade, o Jaspe tinha uma grande reputação como provocador de chuvas.
No século IV, o Jaspe era reconhecido como dispersador de espíritos malignos e protetor daqueles que o usavam contra mordidas de criaturas venenosas. Um autor anônimo alemão do século XII, assegurava que, se o Jaspe fosse colocado em uma mordida de cobra, o veneno da ferida seria totalmente absorvido.
O Jaspe era incrustado em ouro e usado sobre o peitoral dos grandes sacerdotes no tempo de Aarão.
Galeno recomendava amarrar jaspe na coxa das mulheres para facilitar o parto.
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 Lápis-Lazuli

Origem do nome:

Seu vem do latim: LAPIS - que significa pedra, e LAZULI - que significa azul.
 

É uma combinação do mineral azul Lazurita, estrias brancas de Calcita e algumas partículas douradas de Pirita.
 

Conta a lenda e a tradição que as leis dadas a Moisés estavam gravadas em tábuas de Lápis-Lazuli.
Usado a séculos com finalidades decorativas, os exemplos mais conhecidos são os artefatos usados pela antiga civilização egípcia.
Nomeado CHESBET, pelos egípcios, uma quantidade de Lápis-Lazuli muitas vezes aparecia como um item importante na lista de tributos a serem pagos ao Egito, pelos países sob sua influência. Frequentemente participava da lista de presentes enviados pela Babilônia. Os Lápis-lazuli da Babilônia eram das mais antigas minas do mundo, as quais já estavam sendo mineradas no ano 4000 A.C. (e ainda hoje se trabalha nelas).
O Lápis-Lazuli era consagrado a Ísis.
Dizia-se que o sumo sacerdote do Egito usava suspenso no pescoço, uma imagem de MAT, deus da verdade, feita dessa pedra.
Era triturada e misturada com pigmento e nessa forma foi usada por séculos como maquiagem cara e luxuosa, assim como tinta para artistas renomados.
O Lápis-Lazuli era uma das pedras utilizadas sobre o peitoral dos mais altos sacerdotes de Israel.
Os sacerdotes egípcios acreditavam que meditando na profundidade de suas tonalidades, conseguiam penetrar em seus mistérios, e estabelecer contato com os deuses.
O antigo palácio de Petisburgo da célebre família russa Orlov, possuia uma sala de recepção cujas paredes se encontravam completamente cobertas de Lápis-Lazuli, na crendice de que assim, nenhuma desgraça poderia ocorrer naquele casa.
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 Magnetita

Origem do nome:

Conta-se que um pastor chamado Magnes,a descobriu enquanto pastoreava suas ovelhas, porque os pregos dos seus sapatos ficaram aderidos a ela, daí o nome Magnetita.

É uma pedra cinza metálico, e também o único ímã produzido pela natureza.
 

Alexandre, o grande, deu a seus soldados pedaços desse mineral como defesa contra as ações nefastas dos espíritos malignos. Esta pedra juntamente com o ferro comum magnetizado, era considerado uma defesa segura contra encantamentos.
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 Malaquita

Origem do nome:

Devido cor verde, era conhecida pelos gregos como MALAKHE, que significa “Malva”.
A característica mais marcante é a cor verde, com bandas claras e escuras com anéis concêntricos. São raros os pedaços grandes com cor homogênea.
 

Os egípcios utilizavam as pedras pulverizadas como remédio para a vista.
Cleópatra utilizava pó de Malaquita como cosmético.
Na Itália, a Malaquita era utilizada contra mau olhado.
Ela era considerada um talismã particularmente apropriado para crianças. Amarrar uma dessas pedras a um berço fazia com que todos os maus espíritos se afastassem, permitindo que a criança dormisse calma e pacificamente.
Em algumas partes da Alemanha a Malaquita dividia com a Turquesa a reputação de proteger o usuário do perigo de quedas. Dizia-se que ela dava um aviso do perigo próximo, quebrando-se em pedaços.
As coroas dos Faraós quase sempre possuiam Malaquitas aplicadas, pois estavam convencidos de que sua influência favorecia a justiça e o equilíbrio das decisões.
Segundo uma lenda Russa, quem beber de um recipiente de Malaquita compreenderia a linguagem dos animais.
ca do Sul em 1905, e tinha 3106 quilates, que deu origem a 105 pedras de menor tamanho. Dentre elas está o diamante Cullinan I com 530,20 quilates que adorna o cetro do Rei Eduardo VII, que está na Torre de Londres, também chamado de “Estrela da África”.
De todos os diamantes conhecidos, a pior fama é do Hope, o Diamante Azul, que a lenda o rebatizou como “A pedra que mata”. Segundo a lenda, ele se encontrava na frente de uma importante estátua de Budha quando foi roubado por um guerreiro, que pouco depois foi assassinado. Depois disso um comerciante vendeu a pedra para o rei Luis XIV. Pouco depois o comerciante empobreceu, contraiu uma doença e morreu em meio a terríveis convulsões. Quando a Madame de Monespan, obteve a honra de provar o diamante, foi abandonada e morreu sozinha na pobreza. Depois da Revolução Francesa, o diamante foi escondido em edifício Guarda-Móveis Nacional, de onde foi roubado em 1791. Seis anos depois, os ladrões foram condenados a pena de morte. Em 1830 o Hope foi comprado em um leilão por 90.000 libras esterlinas, por Francis Hope, membro do parlamento, que morreu logo depois, de mal súbito. Posteriormente, sua viúva morreu queimada na mansão. Seu herdeiro e sobrinho Thomas, pouco tempo depois de receber a pedra, foi a falência nos negócios e abandonado pela esposa. Thomas se desfez do diamante, que foi comprado pelo príncipe russo Iva Kitanovski, para presenteá-lo a uma bailarina. Na noite que o usou pela primeira vez foi assassinada com um tiro. Após uma série de tragédias, a pedra ficou com o sultão Abdul Mamid II, ao se ver forçado a abdicar a favor de seu irmão, levando o Hope entre seus pertences para o exílio. No inicio do século adquiriu-o a família Mac Lean, pouco depois, um de seus filhos se suicidou e outro morreu em acidente de automóvel. Mac Lean caiu em depressão, e morreu meses depois em uma clínica para doentes mentais. O diamante Hope se encontra atualmente no Smithsonian Institute de Washington, onde seu fluxo magnético não transpassa o grosso cristal da vitrina onde é exposto aos turistas.
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 OBSIDIANA
Origem do nome:
 Era Obsius, que foi o meu descobridor na Etiópia, mas devido ao erro de leitura dos manuscritos antigos, fiquei sendo conhecida como Obsidiana.
 

É como um vidro natural, formada a partir de material vulcânico exposto de repente ao ar e resfriado rápido demais para formar cristais.
 

Devido à sua abundância na natureza em antigas civilizações ele era usado frequentemente como ornamento, espelho, facas e jóias.
Os Maias usavam a Obsidiana em forma de facas nas suas cerimônias, nos rituais e sacrifícios realizados.
Diz-se que espelhos desse material foram usados para adivinhação no antigo México e paises vizinhos.
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 Opala

Origem do nome:

O primeiro nome veio do sânscrito “UPALA”, que significa “pedra valiosa”.
É uma pedra composta de aproximadamente 30% de água, porisso se você quiser ver sua Opala sempre bonita, mantenha-a imersa na água. Seu nome tem batizado o fenômeno da opalescência, que desfruto e que consiste em um fenômeno de reflexão da luz, fazendo com que suas cores sejam variadas dependendo do ponto de observação.
 

Na Idade Média, dizia-se que a Opala curava doenças dos olhos e o poder mágico da pedra poderia supostamente tornar seu usuário invisível. Por causa desse atributo era chamada de protetora dos ladrões.
Dizia-se também que moças louras valorizavam acima de tudo colares de Opala, pois quando usavam esses ornamentos seus cabelos guardavam sua linda cor.
Em algumas religiões da América do Sul, ainda hoje se evita pronunciar o nome “Opala”,utiliza-se sinônimos como a “Pedra da Morte”.
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 Ouro

Origem do nome:

Do latim “AURU”.
 

Encontrado na natureza sob a forma de grãos e lâminas, mas também raramente sob a forma de cristais. Devido a variação de impurezas, cor amarelo metálico pode variar.É imune à ferrugem, corrosão, sujeira, água e aos ácidos. Seu único inimigo é a Aqua Regia, uma mistura dos ácidos nítrico e hidroclorídrico, que infelizmente o dissolve.
 

Em algumas culturas, acreditava-se que somente o Ouro podia promover a ressurreição dos mortos, o que levava as pessoas a exigí-lo nos funerais.
O costume de passar ouro no Terçol, vem desde 79 D.C., e ainda hoje é utilizado com sucesso.
Acreditava-se que as coroas de Ouro da realeza, não eram utilizadas apenas por ostentação, mas por motivos mágicos, pois o Ouro conduz os poderes místicos das pedras que haviam na coroa.
Os Hindus antigos chamavam o Ouro de Luz Mineral, acreditando ser ele formado pela luz solar ‘engolida’ pela terra.
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 Pirita

Origem do nome:

Vem do grego: PYTIRES, que significa pedra que emite calor ou cintilações. Pois quando é golpeada pelo ferro havia grandes faíscas.
Pedra da cor do ouro, que se apresenta cristalizada na forma de cubos de aparência metálica.
Por causa do seu brilho natural, muitas vezes os garimpeiros amadores a confundem com o Ouro, daí o seu apelido de “Ouro dos Tolos”.
No México antigo a Pirita era valorizada por suas qualidades refletoras, sendo utilizada muitas vezes como espelho.
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 Prata

Origem do nome:

Do latim: PLATA, que significa chata, pois é facilmente transformada em lâminas.
 

É um metal maleável com um intenso brilho metálico.
 

Antigamente dizia-se que projéteis de Prata repeliam ou destruiam maus espíritos.
Os antigos em diversas culturas reverenciavam a Prata como o metal da Deusa Lua.
A Prata ainda é apreciada em ritos de passagem: batismos, casamentos, aniversários e celebrações.
A maior pedra bruta de prata foi encontrada em Cobalt no Canadá, e pesava 744 quilos.
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 Rubi

Origem do nome:

Vem do latim: RUBINUS, que significa “Cor vermelha”.
 

Depois do diamante, a pedra mais dura da natureza. A cor tradicional é um vermelho profundo, mas também pode apresentar colorações rosa.
Os Rubis eram considerados pelos Hindus como as pedras mais valiosas porque preservavam a saúde do corpo e da mente.
Os Rubis antigamente eram valorizados por sua invulnerabilidade. Para se chegar a isso, o Rubi deveria ser inserido dentro da carne de modo a tornar-se parte do corpo. Aqueles que incrustavam Rubis em sua pele acreditavam que se tornavam inatingíveis por quaisquer feridas causadas por lanças.
Segundo a lenda Hindu, o Rubi vermelho foi criado a partir do diamante incolor de uma Maharani (rainha) quando esta foi assassinada por um cortesão ciumento. Seu sangue manchou a pedra e todas as outras iguais a ela.
As prescrições modernas são iguais às antigas, que o Rubi utilizado por uma pessoa, favorece a circulação do sangue e o coração.
É a pedra mais dura, depois do diamante, ainda que seja apenas 1/140 da dureza do diamante.
O maior Rubi digno de ser lapidado pesou 400 quilates, foi encontrado na Birmânia, e foi dividido em 3 pedras menores.
O maior Rubi lapidado é o Rubi Edward com 167 quilates, que está no British Museum of Natural History em Londres.
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 Safira

Origem do nome:

Na Grécia era conhecida como SHAPPHIROS, que significa ‘Amado de Saturno’.
A cor varia do azul-celeste ao azul-escuro.
 

Em 1966, foi encontrada a maior safira, um cristal com 63.000 quilates (=12,6 Kg).
A maior Safira lapidada está atualmente no American Museum of Natural History de Nova York, conhecida como a “Estrela da Índia”, com 536 quilates.
A Safira é uma pedra digna de reis e confirma que os monarcas a usavam ao redor do pescoço como uma defesa poderosa contra quaisquer males. Dizia-se que ela preservava seu usuário da inveja e também atraia a presença divina.
O Bispo de Rennes, no século XII, devotou orações a Safira e recomendou o seu uso em anéis (naquela época a pedra era a preferida em anéis eclesiásticos, devido à sua afinidade com o céu).
Como a Esmeralda, era considerada um antídoto contra veneno.
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 Topázio

Origem do nome:

Os gregos conheciam como topazion, e no latim eu era conhecida como topaziu
A mais comum é um irradiante amarelo, mas também pode apresentar tonalidades de verde, rosa, marrom e azul.
 

O Topázio azul, é conhecido como a “Gema da Verdade”, pois tem conexão com o chackra da garganta e dava forças para exprimir até o que fosse mais difícil.
Um médico romano do século XV era famoso por ter curado milagrosamente muitas pessoas que pegaram a peste. O tratamento consistia em tocar as feridas com um Topázio que havia pertencido a dois papas, Clemente VI e Gregório II. O fato dessa pedra ter pertencido a dois pontífices deve ter aumentado a fé dos pacientes expostos a seus poderes curativos, ou realmente ela tinha poderes para a cura.
A Natureza já produziu cristais de Topázio pesando mais de 250 quilos.
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 Turmalina

Origem do nome:

O Povo do Sri Lanka (Índia), desde 1703, já era chamada de TORAMALLI, que significa pedra colorida.
 

Nenhuma outra pedra é tão complexa quanto a Turmalina, que tem mais de 100 cores.
 

A Turmalina é uma pedra piroelétrica: aquecida, desenvolve uma carga estática que atrai poeira e outras partículas leves para a sua superfície, porisso os holandeses chamam a turmalina de “tira-cinza”, usando-a para tirar cinzas do cachimbo.
No passado ela era a pedra da sorte para escritores, atores e artistas.
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 Turquesa

Origem do nome:

Turquesa significa “pedra turca”, pois era levada pelos turcos para a Europa. Os turcos a chamavam de “Fayruz”, a pedra da sorte.

Pedra com tonalidades opacas, que oscilam entre o azul e o verde, podendo conter faixas ou manchas escuras (por inclusão de prata).
 

Todo navajo das tribos do sudoeste dos Estados Unidos, costumava carregar uma Turquesa pessoal.
Uma lenda indígena sugeria que um homem que pudesse ir ao fim do arco-íris e cavasse na terra encontraria uma Turquesa.
Eram colocadas Turquesas no batente das portas para proteger dos maus espíritos.
A tradição do Oriente Médio insiste que a turquesa guarda dos acidentes, especificamente os que envolvem queda. Porisso era, e em alguns casos ainda é, usada como amuleto para evitar que os cavalos ou os cavaleiros caissem. Devido a essa crença até hoje a Turquesa, é utilizada como talismã para equinos, acreditando que eles ficavam mais resistentes e com cascos firmes.
É verdade que a cor de algumas Turquesas é facilmente perturbada pelo calor, pela luz solar, pela humidade, pela transpiração ou pela água. Com isso dizia-se que a mudança de cor da Turquesa, para os árabes, alertava para a aproximação do perigo.
Devido a essa característica, quando as pedras são extraidas das minas, muitas vezes eles a mantém cobertas de terra úmida até as venderem, para preservar a sua cor.